Você sabe a diferença entre Engenharia da Computação e Ciência da Computação? Confira: Engenharia da computação vai do microondas ao notebook
Quem imaginaria que esse pessoal aí, com cara de nerds e jeitão de loucos, tomasse conta praticamente do mundo todo em software e dos computadores desktop?
Na época, um PC em casa era apenas para enfeitar a casa e acredito eu, ter "status", imagina só dizer - Eu tenho um computador!!! -. Seus "amigos" não saíam da sua casa. O que era possível fazer com 640KB de memória?
Esta imagem mostra a família Microsoft cerca de 30 anos atrás(exceto Bob Wallace que falecem em 2002. Então vamos lá saber quem são:
Fila de trás da esquerda para a direita: Steve Wood, Bob Wallace, Jim Lane.
Fila do meio: Bob O.Rear, Bob Greenberg, Marc McDonald, Gordon Letwin.
Fila da frente: Bill Gates, Andrea Lewis, Marla Wood, Paul Allen.
Via Newticias
Equipamentos eletrônicos integrados a softwares são o foco da profissão.Confira as diferenças entre engenheiro e cientista da computação.
A injeção eletrônica, o computador de bordo, os celulares, a TV digital e até o forno de microondas, que vem com praticamente um computador embutido, têm aquele toque de engenheiros da computação. O profissional que trabalha com a integração de softwares (programas) com equipamentos é tema do Guia de Carreiras do G1, desta terça-feira (3).
“O engenheiro da computação está entre a engenharia elétrica e a ciência da computação. Toda a eletrônica do celular, o engenheiro eletricista sabe fazer. O software o cientista da computação sabe fazer. Mas os dois não se conversam”, exemplifica o coordenador do curso da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Renato Ribas.
Todo produto que tenha componentes eletrônicos integrados a um software é objeto de trabalho do engenheiro de computação. E qual televisão hoje é somente eletrônica? Talvez só aquela antiga da casa da vovó ou da tia distante. Praticamente todo aparelho eletrônico tem uma programação. Nos carros, por exemplo, a injeção eletrônica e o computador de bordo dão emprego a engenheiros da computação.
Assim, de acordo com o coordenador do curso da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Akebo Yamakami, a formação abre espaço de trabalho em diversos ramos, nas áreas de tecnologia da informação, desenvolvimento de produtos, aplicações e serviços de indústrias e empresas, em centros de pesquisa, em universidades e no setor estatal.
- Ciência ou Engenharia da Computação?
Uma dúvida que pode pintar na hora de marcar o “x” na ficha de inscrição dos vestibulares é a escolha entre ciência ou engenharia da computação. Mas, apesar de terem parte do nome em comum, as formações não são tão parecidas assim. Engenharia da computação é um curso mais próximo da engenharia elétrica do que da computação. Há ênfase nas matérias da eletrônica, da física e da matemática e um bom conhecimento da parte de programação. Já o futuro cientista da computação vê com grande profundidade a parte de criação e desenvolvimento de softwares, além de modelos matemáticos que orientam a programação. Outra diferença está no tempo de duração de cada bacharelado: a ciência da computação costuma durar quatro anos (isso pode variar de instituição para instituição, por isso é importante se informar na faculdade de seu interesse); já a engenharia, tem previsão de conclusão em cinco anos. De acordo com dados de 2006 do Ministério da Educação (MEC), existem 57 cursos de engenharia da computação ligados à área de engenharia e outros 20 ligados aos institutos de computação.
- O que se aprende?
De acordo com Ribas, da UFRGS, o curso segue, nos primeiros anos, o padrão de todas as engenharias: muita física e matemática. Isso vem acompanhado da base da computação, com linguagens de programação, conhecimentos de estrutura de dados e de algoritmos. Com o passar dos anos, ocorre um aprofundamento nas disciplinas de eletrônica e de computação. Conforme a instituição, pode ser necessário fazer trabalho de conclusão de curso e estágio. Isso varia caso a caso.
Eu(Rúbio) quero estudar Engenharia da Computação e não é de hoje, espero poder
realizar esse sonhe e de preferência em uma universidade federal.
Via G1
Continue lendo…Enquanto o desemprego predomina em várias áreas da economia, existem vagas sobrando no setor de Tecnologia. Segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego a demanda por profissionais de TI tende a chegar a 100 mil ao ano, em todo o Brasil. O grande problema, dizem os especialistas, é a falta de qualificação dos profissionais para ocupar os cargos existentes. E não se trata só de Brasil. No Reino Unido, o déficit de profissionais especializados que era de 4,2% em 2007 passou para 6,8% em 2008.
Com a diversidade tecnológica, a necessidade de mão-de-obra qualificada é fator fundamental para o sucesso dos projetos de TI. Na prática, isto significa que a especialização em áreas ligadas à informática aumenta, e muito, as chances de se conseguir uma boa colocação na carreira.
Para garantir espaço no mercado de TI, hoje o profissional precisa ser completo. Além do "informatiquês", é fundamental que o profissional também tenha uma noção global de negócios. Nos últimos anos, a evolução da Tecnologia da Informação para a competitividade da economia, obrigou o profissional se tornar especialista não somente em TI, mas ele deve entender também do negócio do cliente para poder prestar um melhor atendimento.
Em qualquer parte do mundo, a TI hoje é vista como a base do crescimento comercial das empresas, da competitividade de mercado. No ponto em que estamos, entender as regras de negócio são tão importantes como entender as linhas de códigos da tecnologia.
Se o objetivo é ocupar as oportunidades de trabalho, além de softwares e programação, hoje, fazem parte das competências desse novo profissional habilidades como inovação, liderança, criatividade, trabalho em equipe e comunicação. Vencerão aqueles profissionais mais hábeis, mais versáteis, mais adaptáveis e com uma gama de conhecimento geral e técnico, capaz de suprir as estratégias de inovação de cada organização.
Como alternativa para melhorar a qualificação profissional, as empresas têm investido cada vez mais em cursos e treinamentos para reter seus talentos humanos. A experiência e a senioridade contam muito, pois bagagem profissional é tudo.
Na New Age esta é uma das premissas para a valorização dos talentos técnico e humanos da empresa, que hoje dispõe de mais de 100 profissionais com amplo conhecimento tecnológico, os quais trabalham com competência técnica e foco no cliente. Estamos investindo fortemente no treinamento de nossas equipes e no aperfeiçoamento de nossos técnicos na gestão de negócios.
Fonte: Imasters
São Paulo, 16 de abril de 2008 – O crescimento da Internet e dos serviços convergentes aqueceu o mercado de trabalho para especialistas que dominam tecnologias de rede. A péssima notícia é que o país terá uma carência de 44 mil profissionais nessa área até 2010. O alerta vem de um estudo da IDC, patrocinado pela Cisco.
O déficit por profissionais de redes estimado pela consultoria de pesquisas corresponde a 30% dos talentos que as corporações vão demandar daqui a dois anos. De acordo com o relatório, a falta de conhecimento é grave principalmente em áreas como telefonia IP, segurança de rede e soluções sem fio, assim como em gerenciamento e administração de redes.
Atualmente, as redes com base na Internet formam a infra-estrutura fundamental, que oferece serviços de voz, vídeo, dados e mobilidade às empresas, instituições educacionais, aos governos e consumidores. As soluções de conectividade possibilitam o aumento da produtividade e dos padrões de vida, ao transformar de forma fundamental a maneira como as pessoas se conectam, comunicam-se e colaboram.
Pesquisa
O estudo contratado pela Cisco envolveu sete países da América Latina e contou com a participação de 8,2 mil gerentes de TI da Argentina, Colômbia, Chile, Costa Rica, Venezuela, Brasil e México.
Os entrevistados representam empresas de todos os tamanhos e setores, incluindo governo, telecomunicações, saúde, educação e comércio. Entre os executivos entrevistados no Brasil, 46% revelaram dificuldade achar profissionais com qualificações técnicas.
Pedro Ripper, presidente da Cisco Brasil, destaca que os resultados são um alerta para que governo e educadores adotem medidas para enfrentem o problema. “Ações estratégicas de treinamento e desenvolvimento são urgentes, para garantir que o País e as empresas continuem a desenvolver e a beneficiar-se da adoção e implementação das tecnologias", enfatiza o executivo.Via Htmlstaff
Fonte: Wnews Continue lendo…
Muita gente sonha em trabalhar na Globo, e se você está em busca de estágio este é o momento certo para tentar trabalhar na Globo.
A Globo.com, braço de Internet da emissora está com o processo de seleção do programa de estágios aberto, o site oficial é o Estag e vale a tentativa.
Para estagiar na Globo.com você deve ser uma pessoa dinâmica, criativa, fácil de se relacionar e que goste de internet - ou seja, uma pessoa capaz de adaptar-se às velozes mudanças do cenário de trabalho e de sugerir soluções novas a cada desafio.
Quem pode participar?
Estudantes matriculados em cursos de nível superior, com previsão de formatura para Julho de 2009 ou Julho de 2010, compatíveis com as áreas/vagas existentes, disponíveis para a cidade do Rio de Janeiro e São Paulo.
E as áreas quais são?
Rio de Janeiro - Marketing, Comunicação Social, Publicidade e Propaganda, Jornalismo, Relações Públicas, Desenho Industrial, Administração, Economia, Ciências Contábeis, Estatística/Matemática, Engenharia de Produção e todos os cursos da área de Tecnologia (Informática, Análise de Sistemas, Processamento de Dados, Engenharia da Computação/Telecomunicações/Sistemas, etc).
São Paulo - Administração, Comunicação Social, Publicidade e Propaganda, Jornalismo, Relações Públicas.
E é isso aí, imagine quantas portas irão se abrir depois de um estágio na Globo.com. ;)
Via Comofoi Continue lendo…


